POR VENTURA OS PRINCÍPIOS SIMPLES DO ESPIRITISMO CONSEGUIRIAM INFLUENCIAR OS BUDISMO RELIGIOSO?
(texto extraído do livro A Missão do Espiritismo pelo Espírito Ramatís, e pela mediunidade de Hercílio Maes)
Seria bem mais fácil o budista abandonar a pompa e o temor da classe sacerdotal para devotar-se ao espiritismo com ardor e sinceridade, por já cultua e conhece tanto a Lei do Karma como a Reencarnação, ao passo que o católico e o protestante são profundamente averssos a tais postulados.
Não obstante a diferença e o condicionamento de raças, climas, preconceitos e costumes, em todas as latitudes geográficas é sempre a mesma camada de espíritos apropriada a escola educativa terrena. Em verdade, em todas os povos ou raças, há tipos espirituais de graduação e sentimentos semelhantes.
Tanto no Oriente como no Ocidente, as religiões tiveram o seu início nos temas mais simples e puro, mas à medida que sucediam os anos e os séculos, elas foram perdendo as suas simplicidade iniciáticas sufocada pelas superstições, temores, liturgias, sistemas eclesiásticos e fanatismo sectaristas. Assim como o catolicismo, com a pompa e o poder de sua organização sacerdotal, interfere na política de varios países, o budismo de hoje também sacrificou a pureza e simplicidade dos ensinamentos pregados por Buddha à luz das estrelas, entre as veredas sombreadas das matas ou à porta das hospodarias.
Deste modo, no seio do budismo também se mostram insatisfeitos milhares de budistas, cujo amadurecimento espiritual os torna mais conscientes da realidade da vida superior. Alguns são também religiosos tradicionalistas, por questão de família, de tolerância ou situações políticas, mas na intimidade a alma já perderam a fé nos postulados consagrados pelo mundo exterior, mas varios de força angelicas do inigualável Buddha. São adeptos que vibrariam mais facilmente com o espiritismo do que os próprios devotos católicos, protestantes e de outra seitas religiosas do Ocidente. Quando doutrina espirita a chegar-se a eles cavando a crosta das inutilidades pomposas e dogmas atrofiantes do budismo, ser-lhe - á fácil aceitar e professar uma doutrina ocidental de profunda semelhança com as raízes fundamentais da Lei do Karma e da Reencarnação dos ensinos budistas. Ademais, devotar-se-ão, satisfeito a disciplina lógica e sensata de comunicação com os mortos sem a proverbial obstrução de superstições e temores que transformam parentes falecidos em seres irreais e moradores de um mundo caricato.
Não obstante a diferença e o condicionamento de raças, climas, preconceitos e costumes, em todas as latitudes geográficas é sempre a mesma camada de espíritos apropriada a escola educativa terrena. Em verdade, em todas os povos ou raças, há tipos espirituais de graduação e sentimentos semelhantes.
Tanto no Oriente como no Ocidente, as religiões tiveram o seu início nos temas mais simples e puro, mas à medida que sucediam os anos e os séculos, elas foram perdendo as suas simplicidade iniciáticas sufocada pelas superstições, temores, liturgias, sistemas eclesiásticos e fanatismo sectaristas. Assim como o catolicismo, com a pompa e o poder de sua organização sacerdotal, interfere na política de varios países, o budismo de hoje também sacrificou a pureza e simplicidade dos ensinamentos pregados por Buddha à luz das estrelas, entre as veredas sombreadas das matas ou à porta das hospodarias.
Deste modo, no seio do budismo também se mostram insatisfeitos milhares de budistas, cujo amadurecimento espiritual os torna mais conscientes da realidade da vida superior. Alguns são também religiosos tradicionalistas, por questão de família, de tolerância ou situações políticas, mas na intimidade a alma já perderam a fé nos postulados consagrados pelo mundo exterior, mas varios de força angelicas do inigualável Buddha. São adeptos que vibrariam mais facilmente com o espiritismo do que os próprios devotos católicos, protestantes e de outra seitas religiosas do Ocidente. Quando doutrina espirita a chegar-se a eles cavando a crosta das inutilidades pomposas e dogmas atrofiantes do budismo, ser-lhe - á fácil aceitar e professar uma doutrina ocidental de profunda semelhança com as raízes fundamentais da Lei do Karma e da Reencarnação dos ensinos budistas. Ademais, devotar-se-ão, satisfeito a disciplina lógica e sensata de comunicação com os mortos sem a proverbial obstrução de superstições e temores que transformam parentes falecidos em seres irreais e moradores de um mundo caricato.

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