sábado, 30 de novembro de 2019

O MANVANTARA – O GRANDE PLANO DA CRIAÇÃO O DIA E A NOITE DE BRAHMA

O MANVANTARA – O GRANDE PLANO DA CRIAÇÃO
O DIA E A NOITE DE BRAHMA
“O Grande Plano, ou Manvantara da escolástica oriental, que os hindus classificam de uma “pulsação” ou “respiração” completa de Brahma, ou Deus, é considerado o “tempo exato” em que o Espírito Divino “desce” até formar a matéria e depois a dissolve novamente, retornando à sua expressão anterior. Um Grande Plano abrange a gênese e o desaparecimento do Universo exterior, divido em duas fases, denominadas de o “Dia de Brahma”, quando Deus “expira” ou se processa a descida até atingir a fase derradeira da matéria ou “energia condensada”, e a “Noite de Brahma”, quando Deus aspira ou dissolve o Cosmo exterior constituído pelas formas.
No Dia de Brahma, Deus gera, para que se cumpra o que é planejado no Pensamento Cósmico.
A Noite de Brahma é a “desmaterialização” do panorama objetivo do Cosmo, e a libertação do Espírito para o seu estado original. Ambos completam então o Grande Plano ou Manvantara”.
OBS.: A teoria atual do Big Bang, com o Universo em expansão e as galáxias se afastando progressivamente, como numa explosão cósmica, configuram uma imagem da “expiração cósmica” ou “Dia de Brahma”; já a teoria do Universo Pulsante postula que, antes do Big Bang, houve outro universo, idêntico ao atual, onde as galáxias ao invés de se afastarem, se aproximariam Nessa teoria, o universo se manteria eternamente, em sístole e diástole, se expandindo e contraindo em sequência, sem início ou fim.
FOGOS DE ARTIFÍCIO CÓSMICOS
Assegura a vossa ciência que o Universo se encontra em fase de contínua expansão; assemelha-se a gigantesca explosão que se dilata em todos os sentidos. Efetivamente, a imagem está próxima da realidade; entretanto, como o tempo no vosso mundo é relativo ao calendário humano, não podeis avaliar essa explosão na eternidade da Mente Divina! Para Deus, esse acontecimento é tão instantâneo como o explosivo que rebenta no espaço de um segundo terrestre.
Mas essa expansão não se verifica apenas na estrutura na matéria cósmica que anotais através de vossos instrumentos científicos, pois o envoltório físico é o vestuário exterior de provisório dos Augustos Espíritos do Senhor, (Engenheiros Siderais) cujas auras conscienciais também se expandem em todos os sentidos, no indescritível processo de criar e evoluir.
Cada um dos Grandes Planos ou Manvantaras, de bilhões de anos do vosso calendário, significa para Deus a sensação de uma explosão comum que efetuais com fogos de artifício! O Cosmo, eliminada a ideia de tempo e espaço, é apenas uma eterna “Noite Feérica” e infinita festa de beleza policrômica, decorrendo sob a visão dos Espíritos Reveladores da Vontade e da Mente Criadora dos mundos.
E como a matéria, ou energia condensada, através da fase da Noite de Brahma, retornará ao estado de pura energia, os mundos físicos são provisórios, considerados a Grande Ilusão ou seja, o “Maya” da tradição oriental, pois é aquilo que se transforma, que muda, e portanto o produto do tempo.
O ANTIGO CONHECIMENTO INICIÁTICO DE TODAS AS ERAS
O que vos estamos transmitindo são conhecimentos velhíssimos e corriqueiros entre os pesquisadores da filosofia oriental, em cujo ambiente nos situamos em várias romagens terrenas. Eles têm sido conservados desde os primórdios das civilizações, na atmosfera dos templos iniciáticos, mas nos dois últimos séculos já estão prodigamente esparsos pelas prateleiras de vossas livrarias, como joias esquecidas pela mente demasiadamente intelectiva e menos sensível do ocidental”.
RAMATÍS
“Mensagens do Astral”

NADA DE ANGELIZAÇÃO SÚBITA NEM ALTERAÇÃO GERAL DE DNA NEM TODOS PASSANDO A OUTRA DIMENSÃO, TUDO SEM ESFORÇO

NADA DE ANGELIZAÇÃO SÚBITA NEM ALTERAÇÃO GERAL DE DNA
NEM TODOS PASSANDO A OUTRA DIMENSÃO, TUDO SEM ESFORÇO
“É claro que não deveis aceitar um acontecimento miraculoso, em que o homem se angelize subitamente, apenas sob o toque da magia sideral do esperado terceiro milênio. O juízo final expurgará para ambientes adequados os espíritos que não se ajustam à urgência da Terra em se ajustar às novas funções astrofísicas que lhe foram previstas pelos Mentores Siderais durante a sua formação astronômica.
Não se trata de proceder à edificação de súbito viveiro de anjos vencedores de um concurso celestial denominado “Fim do Mundo”, mas sim de oferecer melhor oportunidade para a felicidade humana.
O terceiro milênio não significará um cenário festivo, celestial, adrede preparado pelos Mentores Siderais a fim de serem premiados os vitoriosos com boas notas no exame de seleção espiritual!
É o panorama adequado para almas de ideais superiores e distanciadas das paixões animais, mas exigirá a aplicação tenaz do novo habitante. Os propósitos de alta espiritualidade e a vontade disciplinada edificarão a formosa coletividade.
O TRABALHO VAI CONTINUAR
Os colocados “à direita do Cristo”, que reencarnação sucessivamente na Terra, nem por isso ficarão isentos de contínuo labor para a sua definitiva alforria espiritual.
É óbvio que o ambiente higienizado da comunidade seleta do terceiro milênio exigirá também mais responsabilidade espiritual aos seus componentes. Os deslizes e as negligências futuras terão aspectos mais severos porque, embora não sejam delitos destrutivos como os que praticais atualmente, terão maior repercussão no ambiente selecionado.
Embora o próximo milênio se torne feliz ensejo de elevação espiritual para os direitistas, a ascese espiritual continuará tão intensa e severa como antes, para que a gestação interno do anjo não seja sacrificada pela excessiva confiança no meio higienizado. O traje de seda exige ainda mais cuidado do que a roupa de algodão!
A CRONOLOGIA DO “FIM DOS TEMPOS”
Antes que o terrícola houvesse criado o calendário humano, os eventos do juízo final já estavam determinados com absoluta precisão, nos planos da engenharia sideral. Não é a ampulheta terrestre que há de determinar a época exata dos fatos proféticos, mas são os sinais dos tempos, previstos pelas profecias do passado, que assinalam o momento chegado. Não há afobação na mecânica sideral, para que esses acontecimentos se realizem exatamente em vésperas do terceiro milênio ou sejam registrados à ultima hora, para que não ultrapassem as tradições humanas.
OS PRIMEIROS TEMPOS
As convulsões geológicas e as inundações, como produtos naturais da elevação do eixo terráqueo, não permitirão, logo de início, uma absoluta estabilidade e segurança mesológica. Continuarão a registrar-se, ainda, certos impactos subterrâneos, embora cada vez mais fracos. Apesar de apresentar a Terra satisfatórias condições de habitabilidade, a humanidade terrícola ainda não encontrará, no início do terceiro milênio, um panorama edênico e venturoso.
Serão aplicados todos os esforços e conhecimentos artísticos, científicos e educativos para a edificação de um cenário agradável à existência humana. O êxito não será obtido de modo “ex-abrupto”, mas sim no decorrer dos primeiros dois ou três séculos, com fruto do entendimento entre as criaturas.
Distantes das angústias atuais, do fantasma da guerra, todos os esforços e realizações hão de convergir apenas para um só objetivo – um mundo melhor!”
RAMATÍS
“Mensagens do Astral”


OS MESTRES SÃO EXTRATERRESTRES

OS MESTRES SÃO EXTRATERRESTRES
É lógico que os instrutores de qualquer escola só podem ser mestres de uma geração anterior à dos alunos, formados em outras escolas, em tempo e espaço anteriores.
Por conseguinte, os Mestres de Sabedoria que há milhares de milênios conduzem a evolução da escola terrestre, desde seus primórdios, só podem ser...oriundos de outras escolas planetárias mais avançadas, onde fizeram o seu curso de Mestrado... Em síntese: são todos EXTRATERRESTRES.
Eis uma pequena amostra dessa realidade.
O GENERAL UCHÔA E O CASO ALEXANIA
O general A. Moacyr Uchôa foi um dos ufólogos precursores das pesquisas de evidências extraterrestres no Brasil, com vários livros publicados e grande credibilidade na área.
Era teosofista, engenheiro e foi professor universitário de Mecânica
Racional. Era também grande sensitivo, inclusive curador.
Na década de 70, junto com um grupo de pesquisadores, foi ator de um contato extraordinário com seres espaciais, ocorrido próximo a Alexânia, no Planalto Central, que se desdobrou em vários encontros e avistamentos, e que chamou de “O Caso Alexânia”.
VISITA À NAVE-MÃE
Na obra Mergulho no Hiperespaço, Uchoa relata em detalhes os encontros que teve nesse “hiperespaço” – com tripulantes
de uma estação espacial de grande porte, a que chama de “superbase” (mais ou menos o que se tem denominado de “nave-mãe”), dialogando com alguns tripulantes.
A parte que mais nos interessa é que se refere ao encontro com o comandante da estação, Yashamil, e a revelações que dizem respeito ao grande ser oriundo de Sirius para auxiliar na evolução terrestre a quem costumamos chamar de mestre Ramatís.
ENCONTRO COM O COMANDANTE
Uchoa realizou várias visitas à superbase hiperespacial, como a denomina, guiado por uma entidade, Y, que a certa altura de uma delas avisa, ao atingirem um amplo salão de aspecto nobre:
“ – Vamos entrar! Lá conhecerá nosso chefe, nosso comandante! Você hoje o conhecerá, apenas, mas voltará aqui para com ele dialogar.
Nesse instante, percebi que alguém se aproximava e passei a ver o chefe que a nós se dirigia, irradiante de uma aura luminosa muita clara, muito bela, levemente azulada. Fiquei perplexo, atônito, pois esperava encontrar um ser com indumentária análoga à de Y (traje espacial) , naturalmente
ostentando sinal ou sinais característicos de sua elevada hierarquia. Nada disso, porém! Tinha à frente um tipo à forma nazarena, de cabelos longos, discretamente anelados, de coloração castanho-ouro, caindo um pouco abaixo dos ombros, vestindo uma túnica branca de tom levemente azulado, barba e bigode médios, relativamente densos e alongados. Foi tão marcante essa presença, que tive quase um choque emocional, exclamando:
– Não é possível! Não é possível!”
O IRMÃO DE MESTRE RAMATÍS
“Interrompe-me então Y com vivacidade e presteza:
— Que é isso?... Vou mostrar-lhe que não tem o direito de ficar tão espantado por encontrar aqui um ser dessa Hierarquia!...
O nosso trabalho de auxílio aos humanos tem muito que ver com o trabalho e a presença atuante, no mundo de vocês, dos grandes Seres que têm a seu cargo velar pela evolução planetária terráquea. São atividades entrosadas em benefício dos humanos...
Esse que você vê é YASHAMIL, realizado de evolução pretérita em nosso sistema, cujo irmão gêmeo KUTHUMI (nome pelo qual Ramatís é conhecido pela Teosofia) se integrou na evolução terráquea há algumas dezenas de milhares de anos, sendo hoje um Ser de altíssima responsabilidade no que se refere ao destino espiritual da humanidade.
Face a essas circunstâncias, YASHAMIL veio em cósmica missão de auxílio, no que respeita ao bem do ser humano, isto é,
no sentido de proporcionar-lhe meios e segurança para transpor essa crise de desequilíbrio em que se encontra”.
SAUDAÇÃO DO SER DE SIRIUS
“Enquanto isso, aquela figura plácida e radiante de espiritualidade e serena energia que caracterizam o ser superiormente realizado das sintonias cósmicas do Bem, firmava em mim aquele olhar pleno de uma Luz indefinível, que jamais poderei esquecer ou traduzir. Estende os braços em sinal de saudação e fraternidade, poderia dizer de bênção, transmitindo-me extraordinária calma e segurança e a certeza de que voltaria à sua presença para o tal diálogo prometido”.
Mergulho no Hiperespaço
Moacyr Uchoa
Ed. do Conhecimento


QUER VIVER EM MARTE?

QUER VIVER EM MARTE?
O funcionamento da sociedade marciana e de seu nível evolutivo se deixa entrever bem na forma pela qual funciona uma instituição basilar do planeta, que é o “direito de berço”, e suas implicações.
Que nos sirvam de modelo e ideal, a nós, terrícolas marcados pelo toma-lá-dá-cá como filosofia quotidiana
O “DIREITO DE BERÇO”
UMA ESPÉCIE DE BOLSA-CIDADÃO
“O Estado é absolutamente responsável pela manutenção e educação de todos; a criança, ao nascer, é inscrita para efeito de assistência completa nos planos de alimentação, vestuário, educação, arte e trabalho. Os fornecimentos de “primeira necessidade”, portanto, são efetuados mediante simples inscrição nos departamentos locais das regiões ou comarcas principais.
A obrigação estatal para com o cidadão é comumente definida como o “direito de berço”.
O marciano poderá transitar por toda a existência física absolutamente ocioso, sem assumir qualquer responsabilidade, e o Estado, quando às necessidades fundamentais ou imprescindíveis à vida, não deixará de ampará-lo nas mesmas condições e direitos dispensados aos mais laboriosos”.
NÃO EXISTE DINHEIRO!
COMO SE MANTÉM O ESTADO
“O Estado é compensado com o serviço coletivo de todos os habitantes. Essa obrigação recíproca, que se refere ao essencial preciso a uma existência confortável, tranqüila e estética, dispensa moeda-padrão.
Não há comércio à base de lucros individuais ou de firmas particulares, porquanto todas as atividades relacionadas com o povo, nesse gênero, pertencem exclusivamente ao estado. Trata-se de departamentos oficiais com tarefas definidas na entrega periódica das necessidades da população”.
NINGUÉM FISCALIZA E TUDO FUNCIONA
“É necessário compreenderdes que tudo é feito sob a mais afetuosa espontaneidade, não existindo, em Marte, nenhuma instituição corretiva, fiscalizadora, no sentido de ajuste laboral ou exigente de obrigações compulsórias.
É mister que compreendais, bem claro, que à medida que o espírito ascende para estados mais elevados aumenta sempre a sua capacidade de amor e de renúncia. Só no vosso mundo, onde existe a ideia egocêntrica de que “dar traz pobreza”, é que se fazem exigências absolutas e se criam obrigações compulsórias. A humanidade marciana, mais próxima da realidade espiritual, é também mais pródiga no “servir e amar”, instituindo deveres na comunidade, mas deixando a decisão espontânea de os cumprirem. Há, pois, o “direito de berço”, como incondicional obrigação do Estado para prover aquele que nasce em seu orbe do alimento, do vestuário, do lar e de todas as necessidades comuns aos demais.
Embora todo o “direito de berço” institua, também, a “obrigação de berço”, ou seja, o compromisso tácito de contribuir com um número de “horas-serviço” para a comunidade, tal obrigação fica adstrita à vontade do cidadão”.
HÁ EXCEÇÕES?
“Às vezes, em casos excepcionais e que provêm mais de almas imigradas de outros mundos, onde a função de trabalho é considerada algo desairosa, alguns resolvem libertar-se dos encargos exigíveis pela comunidade, preferindo a vida nômade e aproveitando todos os recursos do “direito de berço”. No entanto, geralmente, tempos depois, vem o reajuste, a reflexão, por tratar-se de almas honestas, e então, tais ociosos resolvem compensar a coletividade entregando-se afanosamente a tarefas de sacrifício a fim de reparar a cobrir o tempo perdido.
O espírito integralmente marciano, produto de reencarnações do mesmo orbe, não mais vacila na sua postura moral e consciente de dar-se em benefício do próximo”.
PARA ISSO...
“Os marcianos, em relação a vós, estão adiantados moralmente um milênio, e mais ou menos cinco séculos no campo científico.
MARTE É UM GRAU SIDERAL À VOSSA VANGUARDA E É, TAMBÉM, A VOSSA FUTURA REALIDADE ESPIRITUAL”.
Ramatís
“A Vida no Planeta Marte”

AS AVES NO PLANETA MARTE

AS AVES NO PLANETA MARTE
Os marcianos consideram a existência das aves, no seu ambiente, como uma bênção do
Pai, e as protegem com as maiores demonstrações de amor. No ambiente inofensivo e pacífico de Marte, as aves são intensamente festivas, jubilosas e irrequietas. Não se afastam dos agrupamentos humanos, nem temem alguém.
Arrulham em bandos, semelhando “confetes” vivos e coloridos, esvoaçando em torno das cúpulas luminosas dos edifícios, dos templos e residências, e por vezes entram e adejam, suavemente, no interior dos lares.
As florestas, os bosques, jardins e parques públicos, à aproximação da aurora, tornam-se álacres, com cânticos e melodias inebriantes, onde a beleza divina se expressa nos gorjeios da passarada. Não há em vosso mundo espetáculo comparável à sedução desses concertos de alegria e ternura.
Muitas aves de Marte apresentam acentuadas semelhanças com a maioria da sua espécie terrena. Há, no entanto, diversos outros exemplares que são diferentes tanto na forma e no porte como na contextura.
SENSORES DE MAGNETISMO
Seu canto é melódico e com extensa frase musical; não tem os longos hiatos dos cânticos comuns dos vossos pássaros. Esses cânticos, que alcançam maviosidades semelhantes à vossa harmônica, revelam sempre a graça delicada peculiar da alma dos
marcianos.
Certas melodias recortadas de filigranas sonoras imprevistas prenunciam as modificações climáticas. Quando a sensibilidade dessas aves manifesta certa aflição melancólica nos seus poemas canoros, sabe-se que invisíveis “lençois magnéticos” inferiores estão se aproximando do orbe.
COMPANHEIROS DOS HOMENS
Se cuidásseis de auxiliar as aves em suas posturas, protegê-las nos seus ensaios volitivos e ampará-los nas épocas críticas, viveriam eles em torno de vossos lares, enfeitando o vosso ambiente e o mundo com seus cânticos festivos e animando-vos com sua graça delicada, sem precisardes conservá-los entre grades.
Se fossem alimentados, como em Marte, na adjacência de todos os lares e sem quaisquer receios, tornar-se-iam inofensivos às lavouras e jardins, pela simples circunstância de aguardarem do homem a sua nutrição. Em cada lar marciano existe um recanto do solo onde é plantada, comumente, a fruta, o vegetal ou a hortaliça destinada aos pássaros; e eles buscam o alimento nesses locais previamente determinados.
O psiquismo diretor que impera no planeta Marte e que comanda, também, a espécie alada, graças à mentalidade superior dos marcianos, pode operar e insuflar nas aves o sentido de obediência para não depredarem.
A “AVE SAGRADA” MARCIANA
O símile do vosso rouxinol, em Marte, é a famosa ave do “cântico espiritual”. Ela executa sentida página musical, de sonoridade algo religiosa, de sons graves e solenes, lembrando a nostalgia do espírito desterrado do seu “habitat” celestial. É a única ave que consegue despertar alguma tristeza e melancolia no coração festivo do homem marciano. É uma espécie de “ave sagrada”, que os cientistas afirmam poder sentir o próprio magnetismo divino irradiado pelo anjo planetário que alimenta a atmosfera de Marte.
Esse pássaro de aspecto angélico e misterioso, cuja plumagem é um floco vivo de matizes luminosos, canta em um estado de verdadeiro “transe” hipnótico. Achamo-lo divinamente belo, dando-nos a ideia de um cristal vivo e policromo, a desferir melodias vibrantes de profundo sentimento. Impõe silêncio e devoção àqueles que o escutam, deslumbrados.
A delicadeza de sua contextura não lhe permite existência prolongada. A sua sobrevivência é produto do mais cuidadoso desvelo e alimentação especial, à base de néctares concentrados de flores.
O “CANTO DE CISNE” DA AVE SAGRADA
Há um mistério nessa ave singular. Quando seu canto se transmuda em maravilhoso poema de notas dramáticas, vibrantes de profundo lamento e saudade, é que chegou o momento que assinala o seu “canto de cisne”. Ela previu o seu fim, concentrando as suas últimas energias para no derradeiro momento de suas existência, dar o “último adeus” através das harmonias mais sublimes.
Já assistimos a um desses momentos supremos dessa ave paradisíaca. Logo que a sua garganta cristalina vibrou as primeiras notas, maravilhosa aura de lilás puro, entremeado de raios solferinos, começou a circundá-la; mais um pouco, e o seu contorno foi sendo polarizado de focos de luz azul-celeste, translúcido, no fundo lilás todo recamado de fios dourados. E à medida que a ave imergia no seu “transe” melódico, o círculo de sua aura, reticulado de fios brilhantes, ampliava-se, refletindo em nossas vestes espirituais os mais soberbos matizes de cores desconhecidas ao olho humano. Quando atingiu o auge da sua sinfonia, imensa esfera de luzes envolvia o ambiente astral em que nos encontrávamos. E de repente, quando a “ave sagrada” sonorizou a última estrofe do seu canto angelical, a nossa visão ofuscou-se ante um jorro intenso de irradiações estelares que, formando uma seta fulgurante, subiu ao alto, e se desprendeu em direção ao Éden sideral do Pai.
No cenário exterior, a multidão que assistia tinha os olhos cintilantes de lágrimas. É que essa dádiva canora é um dos veículos mais propícios e sublimes para a transfusão do magnetismo divino aos mundos em que as almas já têm “ouvidos de ouvir” as sonoridades angélicas do plano astral.
RAMATÍS
“A Vida no Planeta Marte”


RAMATÍS/KUTHUMI E FRANCISCO DE ASSIS QUEM FOI FRANCISCO DE ASSIS À ÉPOCA DE JESUS

RAMATÍS/KUTHUMI E FRANCISCO DE ASSIS
QUEM FOI FRANCISCO DE ASSIS À ÉPOCA DE JESUS
Segundo informação das obras do próprio Ramatís, Francisco de Assis, o doce monge do amor, foi, na encarnação anterior, João, o Evangelista – o “discípulo amado de Jesus”, a quem foi inspirado mais tarde o Apocalipse, em seus derradeiros dias na ilha de Patmos.
O perfil psicológico do amoroso discípulo coincide perfeitamente com o do suave Francisco, cujo coração abrigava todas as criaturas de Deus.
QUEM FOI RAMATÍS À ÉPOCA DE JESUS
Ramatís foi, à época de Jesus, o filósofo judeu Philon de Alexandria, iniciado que inclusive foi à Palestina encontrar o Divino Mestre e conheceu seus discípulos, familiares e amigos.
Essa informação foi dada diretamente por seu primeiro médium, Hercílio Maes, em conversa ao vivo. Nas obras, ele menciona apenas que Ramatís foi “conhecido filósofo de Alexandria, ao tempo de Jesus”. Hoje é de conhecimento geral que esse filósofo era Philon.
PORTANTO
Se Ramatís (como Philon) e Francisco de Assis (como João o Evangelista) encontravam-se encarnados ao mesmo tempo e inclusive devem ter se encontrado na Palestina, em torno de Jesus, é óbvio que não poderiam ser a mesma entidade.
OU SEJA: RAMATÍS NÃO FOI, NÃO PODERIA TER SIDO FRANCISCO DE ASSIS, POSTERIORMENTE.
MESTRE KUTHUMI
Outra informação dada pessoalmente por Hercílio Maes é de que Ramatís usou, ao inspirar a doutrina teosófica, o nome de Mestre Kuthumi. Perfil absolutamente coerente nas duas manifestações do mesmo Grande Ser, oriundo do sistema de Sirius.
PORTANTO
É evidente que Mestre Kuthumi NÃO foi Francisco de Assis.
AFINIDADE
Há uma afinidade espiritual que os aproxima: o amor à espécie animal. Ramatís sempre teve como marca característica, inclusive quando foi Pitágoras, o amor e a defesa desses irmãos menores do homem. Inculcou fundo em seus discípulos o respeito e carinho pelos animais, e o vegetarianismo incondicional caracterizou sempre os seus verdadeiros seguidores. Antes de qualquer consideração dietética, importa-lhes a compaixão para com esses irmãos que vêm à nossa retaguarda na longa escalada evolutiva.
Talvez por essa similitude de vibração amorosa pelos animais e pelo esforço continuado de Ramatís, em suas obras, para despertar os terrícolas para a crueldade de sua matança, alguns tenham entendido que se trate da mesma entidade. Não é.



QUE COINCIDÊNCIA...

QUE COINCIDÊNCIA...
A MÃE DE CHICO XAVIER DESCREVE O PLANETA MARTE... IGUALZINHO À RAMATÍS
Maria João de Deus, mãe de Chico Xavier, ditou a ele a obra “Cartas de Uma Morta”. Nela, as descrições de sua viagem em espírito ao Planeta Marte coincidem ponto por ponto com as de Ramatís, em “A Vida no Planeta Marte”, ditado a Hercílio Maes.
Comparemos:
“É uma afirmativa audaciosa dizer-vos que pude ver o planeta Marte. A verdade, porém, tem igualmente as suas revelações pelos caminho da fé. Dia virá que os homens hão de verificar a veracidade de nossas afirmativas.
Não pude fazer sozinha uma excursão dessa natureza. O guia de sempre (Emmanuel) conduzia meus passos”. (Maria João de Deus - M.J.D.)
“Vi-me à frente de um lago maravilhoso, junto de uma cidade, formada de edificações profundamente análogas às da Terra". (M.J.D.)
"É NO CAMPO DECORATIVO E NO MOBILIÁRIO QUE OS TERRÍCOLAS MAIS SE APROXIMAM DOS MARCIANOS, DANDO-SE O MESMO COM OS EDIFÍCIOS PÚBLICOS.
OS EDIÍFICOS ESCOLARES SÃO ALGO SEMELHANTES ÀS ÚLTIMAS EDIFICAÇÕES ESCOLARES DO VOSSO MUNDO". (RAMATÍS).
“A vegetação era ligeiramente avermelhada” (M.J.D.)
"A VEGETAÇÃO É LIGEIRAMENTE AVERMELHADA. QUANDO TENRA, APRESENTA MATIZES DE VERDE-AZULADO, COM GRADAÇÕES DA COR ALARANJADA E SINAIS PRIMÁRIOS DO VERMELHO". (RAMATÍS)
“As flores e os frutos particularizavam-se pela variedade de cores e de perfumes” (M.J.D.)
"NAS EXPOSIÇÕES FLORAIS A CIÊNCIA MARCIANA EXPÕE AS SUAS MARAVILHOSAS COMPOSIÇÕES. OS VISITANTES GOZAM MOMENTOS DE EXTASIANTE JÚBILO ESPIRITUAL ANTE A RIQUEZA DE CORES, PERFUMES E FORMAS PRODIGIOSAS, QUE RECORDAM AS PAISAGENS EDÊNICAS.
CONSEGUIRAM A “LUZ VEGETAL”, PRODUZIDA PELAS FLORES, À NOITE, LEMBRANDO CENÁRIOS DE UM CONTO DE FADAS.
OS FRUTOS MAIS PRECIOSOS SÃO VERDADEIROS INVÓLUCROS DE CALDO SABOROSO, DE AVELUDADA CARNE VEGETAL, CONCENTRADA, NUTRITIVA, ODORANTE. HÁ TIPOS QUE DEIXAM NO PALADAR A SENSAÇÃO DE PENETRANTE MAGNETISMO EUFÓRICO".
(RAMATIS)
“Percebi, perfeitamente, a existência de uma atmosfera parecida com a da Terra, mas o ar, na sua composição, afigurava-se muitíssimo mais leve. Assegurou-me então o Mestre que me acompanhava que a densidade em Marte é sobremaneira mais leve, tornando-se a atmosfera muito rarefeita” (M.J.D.)
"A ATMOSFERA DE MARTE É SEMELHANTE À DA TERRA, EMBORA MAIS RAREFEITA, BASTANTE TÊNUE PARA OS VOSSOS PULMÕES”. (RAMATÍS)
“Vi homens mais ou menos semelhantes aos terrícolas, mas os seus organismos possuíam diferenças. Além dos braços, tinham ao longo das espáduas ligeiras protuberâncias à guisa de asas que lhes prodigalizavam interessantes faculdades volitivas”. (M.J.D.)
"SEUS CORPOS SÃO DE CARNE SIMILAR À VOSSA, MAS DE QUALIDADE MAIS DELICADA.
(REALIZAM) VOOS ACROBÁTICOS, LENTOS E EXTENSOS, POIS AS PROTUBERÂNCIAS OU PEQUENAS MEMBRAN AS QUE O MARCIANO POSSUI, DO OMBRO AO COTOVELO, FACULTAM-LHE, NA DESCIDA DOS SALTOS, POUSAR NO SOLO COMO A PÉTALA DE UMA FLOR DESCENDO NUM VENTO BRANDO". (RAMATÍS).
“Afirmou-me o desvelado mentor que a humanidade de Marte evoluiu mais rapidamente que a da Terra e que desde os pródomos da formação dos seus núcleos sociais, nunca precisou destruir para viver, longe das concepções dos homens terrenos cuja vida não prossegue sem a morte e cujos estômagos estão sempre cheios de vísceras de outros seres da Criação”. (M.J.D.)
"SÃO INTEGRALMENTE VEGETARIANOS. CONSOLIDARAM SUA CIVILIZAÇÃO SEMPRE DISTANTES DOS MACABROS BANQUETES DE CARNE E VÍSCERAS SANGRENTAS QUE FORMAM A MÓRBIDA ALIMENTAÇÃO TERRESTRE". (RAMATÍS).
(CONTINUA EM PRÓXIMA POSTAGEM)