sábado, 30 de novembro de 2019

AS “COINCIDÊNCIAS” - 2

AS “COINCIDÊNCIAS” - 2
As informações da mãe de Chico Xavier, Maria João de Deus, na obra “Cartas de uma Morta”, ditada ao Chico, coincidindo com as de Ramatís, em “A Vida no Planeta Marte”, ditado a Hercílio Maes:
“Percebi que a vida da humanidade marciana é mais aérea”.
(M.J.D.)
"TRÊS QUARTAS PARTES DO MOVIMENTO É FEITO PELO AR, MEDIANTE AERONAVES DE ABSOLUTA SEGURANÇA. O TRÁFEGO SOBRE O SOLO E O TRÂNSITO PEDESTRE CONSTITUI, APENAS, UMA QUARTE PARTE DO MOVIMENTO GLOBAL"
(RAMATÍS)
“Poderosas máquinas, muitíssimo curiosas na sua estrutura, cruzavam os ares, em todas as direções”.
(M.J.D.)
"OS VEÍCULOS SÃO AMPLOS, DE MATÉRIA SEMELHANTE AO PLÁSTICO, PORÉM MUITÍSSIMO MAIS RESISTENTE. AS CORES SÃO CLARAS, TRANSLÚCIDAS E RADIOATIVAS À NOITE. ALGUNS RECORDAM CONCHAS DO MAR, OUTROS ESCRINIOS DE JOIAS. HÁ AINDA ESPÉCIES ARTÍSTICAS.
TODOS POSSUEM UM CAMPO MAGNÉTICO-RADIOATIVO QUE QUE REPELE ANTES DO CHOQUE QUALQUER SER OU CORPO."
(RAMATÍS).
“Vi oceanos, apesar da água se me afigurar menos densa e esses mares muito pouco profundos. Afirmou-me o protetor que grande parte das águas desse planeta desapareceram nas infiltrações do solo”. (M.J.D.)
"A SUPERFÍCIE LÍQUIDA É MUITO MENOR QUE A SÓLIDA, E SUAS ÁGUAS SE INFILTRAM BASTANTE NO SOLO. OS MARES SÃO POUCO PROFUNDOS."
(RAMATÍS).
“Há ali um sistema de canalizações, mas não por obras de engenharia dos seus habitantes, e sim por uma determinação natural da topografia, que põem em comunicação contínua todos os mares”.
(M.J.D.)
"OS FAMOSOS CANAIS, TRATA-SE DE EXTENSO SISTEMA DE CANAIS NATURAIS. LIGAM OS MARES MEDITERRÂNEOS AOS POLOS E ALIMENTAM A REDE DE CANAIS SUPLEMENTARES, MENORES, QUE A ENGENHARIA MARCIANA CONSTRUIU PARA IMPEDIR A EXCESSIVA INFILTRAÇÃO DE ÁGUAS NO SOLO E ALIMENTAR AS REGIÕES ÁRIDAS."
(RAMATÍS).
“Não vi montanhas, sendo notáveis as planícies imensas, onde os felizes habitantes desse orbe desempenham as suas atividades”.
(M.J.D.)
"NA TOPOGRAFIA DO ORBE PREDOMINAM AS PLANÍCIES, POSSIBILITANDO VISÃO AMPLA. A SUPERFÍCIE MARCIANA É QUASE PLANA, COM RARAS ELEVAÇÕES."
(RAMATÍS)



A VIDA EM OUTROS MUNDOS

A VIDA EM OUTROS MUNDOS
Não é prudente estabelecer que somente pela ótica da ciência deveríamos aguardar as evidências de uma visão tranquila, daquilo que seria a mais contundente prova da existência de vida em outros orbes.
Muito menos nos perdermos num extremismo ou rigidez de basearmos no entendimento do tipo de vida "humana", no qual já nos é familiar e que nos serve como parâmetro.
Bem como, na existência de vida nos ambientes terrenos que já desvendamos, considerados opostos ou extremos em nosso planeta, como as únicas possibilidades de ambiências possíveis e extensíveis a outros mundos.
Mas mesmo nessas situações, poderíamos tomar como questionamento que: se no fundo dos oceanos, há espécies de peixes que suportam pressões inconcebíveis; se nos "gêiseres" de água quente podemos encontrar infusórios e certos organismos que só sobrevivem na água em ebulição; se alguns insetos resistem a temperaturas aquecidas, capazes de torrar um ser humano, por que consideremos, então, que a expressão "física" ou "biológica" da nossa morada deva servir de paradigma absoluto para outras concepções de vidas e ambientes?
Pois isto deveria ser considerado apenas incomum, mas não impossível.
Vejamos realidades bem próximas e antagônicas. Enquanto o tatu permanece tranquilamente no interior escuro da terra, o urubu tem o seu campo de ação exclusivo na límpida atmosfera. Enquanto o leão transita num Saara ardente, certamente duvida da existência da possibilidade de vida no gelo como o urso-polar. Assim como a centopeia tem direito de expor sua descrença à realidade dos seres bípedes!
Nessas dúvidas quase existenciais, como tentar convencer a "rocha" que a tartaruga é um seixo que nada?
Ou como fazer compreender a um aborígene que o seu organismo é apenas um complexo "habitat" de coletividades microgênicas?
Maturando essas questões, tansparece e sugere que nas muitas moradas do Pai, outras tantas possibilidades de se estabelecer a vida, se viabilizam. Pois inconcebíveis formas, organismos e seres se expressam no seio infinito do Universo tangível.
Ainda que consideremos tão somente a vida físico-biológica na biodimensão na qual a concebemos.
Discípulo de Ramatís
O pensamento de Ramatis é por demais esclarecedor quanto a esta realidade:
"O defeito proverbial da ciência terrena é conceituar situações da vida noutros orbes, exclusivamente baseada no "modus vivendi" dos terrícolas. Entretanto, podemos afirmar que em inúmeros planos de vida há organismos humanos, à base de silício, alumínio, ferro e outros elementos, embora sob constituição "fisioquímica" distante de vossas compreensões.
Mundos há, de ordem física, em que a predominância de hidrogênio e hélio, nos seres, cria-lhes admirável "luz-áurica" transparente e visível à menor obscuridade, lembrando os notívagos vagalumes. Não podeis firmar conceitos basilares, atendo-vos ao ambiente cósmico e restrito de vossa morada Planetária, julgando "ex abrupto" a constituição dos outros orbes que se encontram espalhados pelo Infinito...".




JESUS E PILATOS

JESUS E PILATOS
Ramatís foi a única Voz da Espiritualidade que relatou os termos reais da entrevista de Jesus com Pilatos. Em “O Sublime Peregrino”, narra:
“Pôncio Pilatos iniciava a sua audiência às nove horas da manhã. Jesus foi introduzido na antessala sob a custódia dos esbirros (subalternos) do Sinédrio. Era seu dever fazer cumprir a lei contra os infratores e manter a harmonia entre hebreus e romanos. No entanto, Pilatos guardava lá no íntimo os seus ressentimentos contra as astutas raposas do Templo, como as designava.
O INTERROGATÓRIO DE JESUS
Pilatos, em vez de inquiri-lo na antessala do Pretório, mandou conduzir Jesus ao seu aposento de trabalho. Ante a fraqueza e o estado do rabino galileu, mandou sentá-lo.
- Que fizeste, galileu, para ateares a ira dos juízes do Sinédrio e atraíres tantos testemunhos de sedição, que me obrigas a crucificar-te? – indagou Pilatos com suma altivez, mas de certa afabilidade na secura da voz.
Jesus ergueu os olhos para o Procônsul, algo surpreso do tratamento mais ameno daquele rígido romano, e volveu-lhe um olhar de gratidão. Pilatos remexeu-se na poltrona, algo contrafeito.
- Fala, galileu! – ordenou, autoritário e impaciente. – Por que violaste a ordem pública?
Ante aquela rude, mas humana compreensão, Jesus propunha-se a expor os motivos de sua vida, o verdadeiro sentido do Reino de Deus, que ficava acima dos interesses e das contingências humanas. Mas, subitamente envolvido por estranha vibração, reviveu os quadros já vividos no Horto das Oliveiras. Compreendeu que a sobrevivência do seu Evangelho dependeria do holocausto de sua vida carnal. Cortesmente e em palavras recortadas de ternura, mas de implacável decisão, Jesus respondeu a Pilatos:
- Nada tenho a defender-me das acusações dos homens, pois eu cumpro a vontade de meu Pai que está nos céus! A morte será para mim a coroa de glórias e a salvação de minha obra para a redenção dos homens!
Pilatos franziu a testa, profundamente surpreendido e, movido por um impulso sincero, assim se expressou:
- Mas eu posso salvar-te a vida, se isso me aprouver! Que pretendes, enfim?
- Recusar a vida que me ofereceis, pois isso seria deserção e covardia; só a minha morte não desmentirá aquilo que o Senhor transmitiu por mim aos homens!
Levantou-se o Procônsul e pôs-se a caminhar. Contrariando o que narra a história religiosa, jamais Pôncio Pilatos tentou salvar Jesus por questão de simpatia ou piedade. O que lhe importava era apenas uma desforra contra Hanan, Caifás e seus sequazes. No entanto, com a recusa de Jesus à sua clemência e ao indulto oferecidos, sentia-se inclinado a desistir da porfia contra o Sumo Sacerdócio. Novamente fitou Jesus com um olhar em que transparecia certo despeito. E indagou, algo ríspido:
- Como te atreves a recusar meu indulto?
- Não intenteis salvar-me! – redarguiu Jesus delicadamente – Jamais seríeis perdoado pela ira dos que me condenaram!
Pôncio Pilatos ficou corado, ao verificar que o próprio acusado parecia saber de suas hesitações em afrontar os sacerdotes.
- Julgas que eu temo esses sacripantas do Templo? – inquiriu num assomo de altivez.
- Sou grato por vossa clemência e sei que não temeis os vossos cativos; mas eu preciso morrer por força de minha obra; só assim ela viverá! – respondeu Jesus com tal doçura que desarmou a ira de Pilatos, fazendo-o responder:
- Eu não te entendo, galileu!
Pouco lhe importava que o rabi da Galiléia fosse indultado ou crucificado. Mas era o seu amor próprio que o levava a hesitar na sentença final; o seu prisioneiro era um pretexto para contentar o espírito de desforra contra o Sumo Sacerdote.
O PEDIDO FINAL
Talvez atuado por alguma força oculta a que não pôde fugir, Pilatos, quase revoltado consigo mesmo, disse bruscamente ao Mestre:
- Se desejas a morte, dize, pelo menos, o que posso fazer por ti!
Jesus fitou-o bem nos olhos, transmitindo-lhe a força do seu magnetismo sublime, o poderio de seu espírito e a ternura de seu coração. Então, pediu num supremo apelo, que tocou as fibras endurecidas do Procônsul romano:
- Se queres ajudar-me, não persigas os meus discípulos; ser-te-ei grato da Casa de Meu Pai, por toda a eternidade!
Pôncio Pilatos mirou Jesus de alto a baixo, sem poder esconder a sua admiração por aquela deliberada renúncia. O generoso rabino galileu tomava a culpa de todos os seus asseclas e buscava a morte para salvá-los! Fez um gesto confuso, traindo sincera emoção, e precipitando-se nas palavras, como se temesse mudar de opinião, disse-lhe:
- Prometo, rabino! Enquanto eu aqui estiver, jamais perseguirei um dos teus discípulos, se retornarem às suas casas e abandonarem a sedição!
E rodando nos calcanhares, encaminhou-se para a porta, acenando a Jesus”.


A IMAGEM ORIGINAL DE RAMATIS

A IMAGEM ORIGINAL DE RAMATIS
Num árduo e longo trabalho de restauro, pode-se recuperar a imagem considerada por Hercílio Maes como a mais perfeita de Ramatis, segundo os seus "olhos" conseguiram percebê-lo.
Hoje retorna à condição de um patrimônio que inspira a muitos e é utilizada em diversas casas e grupos que reproduziram tal imagem em sintonia a egrégora universalista de Ramatis. Na sequência das imagens os estágios de restauração.
Nas palavras de Hercílio Maes assim se pronunciou quando viu o quadro psicopictografado por Dinorah, em depoimento, por carta, a José Fuzeira (revisor de suas primeiras obras):
“Recebi o retrato de Ramatis e confesso o meu assombro pela sua espantosa fidelidade. Não conheço Dona Dinorah (1), mas peço apresentar-lhe as minhas efusivas felicitações, pois, através da sua extraordinária mediunidade, ela conseguiu fixar Ramatis conforme, na minha infância, o vi materializado, e como ainda o vejo, de vez em quando, no plano Astral. É tal a similitude da expressão da sua fisionomia, exuberante de paz e de bondade, que, ao contemplar seu retrato, meu espírito foi tomado por uma emoção de saudade intensa, que me propiciou, num instante, ser transportado ao momento inesquecível da primeira vez que ele me apareceu. Que Jesus abençoe essa irmã pela alegria espiritual que me proporcionou!”
Também retratou suas impressões como abaixo podemos extrair de suas obras:
"Embora respeitando as evasivas modestas de Ramatís, devo dizer que também o tenho visto no seio de uma massa de luz policrômica tão cintilante e transparente, que elimina todas as rugas, sulcos e sinais de maturidade de sua fisionomia, apresentando-o com o aspecto de um jovem de quinze anos, cujo rosto assume um tom rosado; seus olhos amendoados arredondam-se pela luz que os inunda facilmente. Ramatís remoça-se de tal modo pelos fulgores luminescentes que se irradiam de sua intimidade, que será dificílimo crer-se que o seu perispírito abandonou o corpo carnal aos 30 anos de idade física, pois até seus lábios perdem os contornos orientais".
Em questionamento e resposta podemos ver o pensamento de Ramatis quanto as percepções clarividentes de outros médiuns que o receberam.
PERGUNTA: — Por que motivo entre os vários retratos que foram pintados mediunicamente sobre a vossa figura perispiritual, nenhum deles se parece estritamente convosco?
O vosso sensitivo explica-nos que sois amorenado, olhos oblíquos e que não tendes o aspecto adolescente de um jovem de quinze anos, como vos pintaram. Também apresentais uma fisionomia expressivamente ocidentalizada, quando, na realidade, sois um tipo oriental descendente de hindu e chinesa. Diz o médium que a maior semelhança entre vós e os retratos mediúnicos pintados reside somente no tipo das vestes, do turbante e das cores de vossa aura. Que dizeis?
RAMATÍS: — As diferenças comumente existentes entre a verdadeira configuração perispiritual dos desencarnados e as pinturas mediúnicas resultam mais propriamente dos efeitos imprecisos e muito comuns dos fenômenos de ideoplastia. As ideias e os pensamentos produzem ondas e radiações que, por sua vez, devem formar imagens daquilo em que se pensa. No entanto, como as nossas são configuradas no plano da 4ª dimensão, nem sempre se ajustam com exatidão às formas tridimensionais da visão carnal. Assim, é muito difícil para os encarnados obter uma fotografia perfeita e exata das ideias ou das imagens que projetamos do Além sobre a mente dos médiuns intuitivos, videntes ou desenhistas. Mesmo quanto à exatidão das comunicações faladas ou psicografadas dos nossos pensamentos, ainda são raros os médiuns intuitivos que apanham a realidade intrínseca do assunto que desejaríamos transferir para o conhecimento do mundo material. Em comparação com a frequência retardada dos acontecimentos do mundo material, ainda é muito grande o aceleramento ou a fuga vibratória dos fenômenos que se sucedem no mundo astral, do que resulta considerável desajuste no mesmo tempo da ocorrência. Como ilustração concreta dos nossos dizeres, basta dizer que o nosso médium, neste momento, mobiliza toda a sua capacidade psíquica para captar com êxito as ideias que formulamos do “lado de cá” e, no entanto, não consegue transferir fielmente para a matéria o assunto que sente na intimidade de sua alma. Servindo-nos de rude exemplo, diríamos que, enquanto emitimos um “tonel” de pensamentos, o nosso médium só consegue captar em seu equipo físico a quantidade pensada que simbolicamente só caberia num “copo”.
(1) DINORAH AZEVEDO DE SIMAS ENÉAS. Nascida em 21 de dezembro de 1888, desencarnou em 15 de janeiro de 1973. Fez o Curso da Escola de Belas Artes chegando a fazer especialização na Europa. Suas faculdades mediúnicas despontaram em 1923, exercendo-a no C.E. Soledade, no Maracanã, RJ. Desenvolveu psicografia e pictografia, tendo oportunidade de produzir mais de 2000 quadros. Uma vida toda dedicada à prática da caridade e amor ao próximo fazendo de sua residência um posto de ajuda aos sofredores.
AJC



LANÇADO MESES ATRAS ESTA OBRA MARAVILHOSA

A DERRADEIRA CHAMADA
para um novo tempo na Terra
Aos trabalhadores da última hora (Mateus 20:1-16), Ramatis e uma plêiade de seres, contribuem para o esclarecimento quanto à fase regenerativa que o planeta vai alcançar e, sobretudo, na elevação das consciências diante das realidades do toque da última trombeta, na separação do joio do trigo.
AJC

FAXINA PLANETÁRIA: O ASTRO HIGIENIZADOR

FAXINA PLANETÁRIA: O ASTRO HIGIENIZADOR
O LIXO PRODUZIDO POR NÓS NA AURA DA TERRA
O acúmulo de resíduos e da substância mental deprimente, originado do desequilíbrio das paixões humanas, afeta a aura astro-etérica do orbe e chega e chega a produzir modificações perigosas à sanidade corporal, ao reino vegetal e mesmo aos alimentos e líquidos, ocasionando enfermidades estranhas e envenenando, pouco a pouco, a vida no mundo.
E a Terra já principia a exalar magnetismo deteriorado; é preciso, portanto, que se processe a limpeza tantas vezes processada em outros planetas em condições análogas.
Essa aura magnética corrompida já se estende além dos limites da segurança etérica, e transmite influências perniciosas aos mundos adjacentes.
Daí a necessidade da limpeza da Terra pela Técnica Sideral.
ARMAS PSÍQUICAS EM AÇÃO
O homem desenvolveu demasiadamente o intelecto, descuidando-se de purificar o sentimento; tornou-se um sábio perigoso, antes de se transformar num homem bom!
Tornou-se um instrumento vivo de guerra, a produzir verdadeiros bombardeios mentais, na forma de cólera, irritação, crueldades, violência, ciúme, orgulho, perfídia e perversão moral. Devido a isso, a atmosfera da Terra está invadida por verdadeiras armas psíquicas, que detonam explosivos mentais e perturbam o eterismo do orbe, um contínuo metralhar pernicioso, um dardejar de raios fulminantes e nocivos, detritos produzidos pelos pensamentos impuros.
IMPASSE E SOLUÇÃO
A carga deletéria da emanação mental destrutiva, viscosa e asfixiante, produto de muitos milênios, energia de baixa voltagem mental, ficaria permanentemente ativa e aprisionada entre as fronteiras da aura terráquea e não poderia ser reabsorvida pelo globo físico, assim como o pântano não reabsorve as suas emanações; não há possibilidade de dissolvê-la no espaço ou mesmo no sistema solar.
O recurso indicado, portanto, pela Técnica Sideral, é a passagem de um astro absorvente, espécie de “aspirador” magnético-planetário que, a exemplo de uma esponja, sugará certa percentagem de substância deletéria existente sobre a Terra. (É O ASTRO INTRUSO).
O RESTO DO LIXO
Os habitantes do terceiro milênio, pacíficos, mansos de coração e adeptos exclusivos do Bem, com pensamentos e sentimentos superiores aos da maioria atual da vossa humanidade, hão de remover gradativamente o resto do magnetismo deletério do vosso mundo.
Em lugar de transformarem substâncias mentais de alta para baixa voltagem psíquica, como no presente, os futuros moradores da Terra serão verdadeiros “purificadores” humanos da carga magnética nociva restante ainda.
Até meados do terceiro milênio o ambiente terrestre deverá ficar completamente saneado.
RAMATÍS
“Mensagens do Astral”

HERCÍLIO MAES(20.08.1913 - 24.09.1993)

HERCÍLIO MAES
(20.08.1913 - 24.09.1993)
Em 20 de agosto de 1913, retornava ao plano terrestre um espírito muito especial: Hercílio Maes, primeiro e inesquecível médium que revelou a nossa época o pensamento de Ramatís.
Sua lealdade suprema ao Mestre, a dedicação sacrificial com que se tornou portador da mensagem , e o lastro de conhecimentos que trazia – junto à sintonia, fruto de muitas e muitas vidas, com Ramatís – permitiram-lhe materializar de forma extraordinária o pensamento desse Grande Ser.
As obras de Ramatís vieram na hora exata em que se desencadeava a fase intensiva da Transição Planetária, bem no meio do século XX. Seu objetivo: alargar quanto possível a consciência dos leitores no rumo dos conhecimentos mais profundos da Sabedoria Oculta.
Ele não compactua com o que já foi dito: sua intervenção é sempre inovadora, desvendando novos patamares de compreensão deste infinito universo. Daí a incompreensão dos espíritos estreitos, que atingiu o médium com incabíveis críticas, a que nunca revidou. Seguiu sereno e fiel até o fim.
Até hoje nos surpreende a capacidade de Hercílio de materializar, em linguagem tão clara quanto rica, a profundeza, as sutilezas, o ineditismo dos conceitos inovadores de Ramatís. Seu estilo elevado mas transparente é veículo incomparável para o pensamento sideral desse Mestre cósmico que veio de uma estrela distante para auxiliar a humanidade terrestre.
A Hercílio Maes, médium tão fiel quanto humilde de espírito, devemos a indescritível gratidão por nos fazer reencontrar a palavra de Mestre Ramatís e os ensinamentos que mudaram as vidas de incontáveis leitores.
Após quase 70 anos, seus livros continuam, ao milhares e em constantes reedições, comprovando que a força da verdade se sustenta por si mesma, e que a irradiação cósmica do pensamento de Ramatís, nas obras de Hercílio, é janela de luz para o infinito da sabedoria. Obrigada, Hercílio Maes, pela missão cumprida com tanta fidelidade!
Texto Marilea de Castro