sábado, 18 de janeiro de 2020

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA: AUXÍLIO DOS SERES DE JÚPITER, MARTE E SAITURNO

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA:
AUXÍLIO DOS SERES DE JÚPITER, MARTE E SAITURNO
(Extraído do livro Missão Planetária pelo Espírito Ramatís, psicografia do Sávio Mendonça)
Para o orbe terreno, têm vindo atualmente seres encarnados ou desencarnados de vários sistemas solares e galáxias, em missão fraternal, mas especificamente irmãos de planetas pertencentes ao nosso Sistema Solar, o que é natural por estarem mais próximos. A maioria deles são oriundos de Marte, Júpiter e Saturno, e aqui terão oportunidade de evoluir mais, ainda que não tenham como meta a evolução pela evolução em si, mas porque não Terra podem exercitar podem exercitar com mais afinco seu desejo de servir incondicionalmente, por amor à Lei e aos planos cósmicos.
Neste momento, o Concelho Gestor do Sistema Solar concentra maiores esforço sobre o orbe terreno, pois, ainda que outros planetas também venham a passar (e de certo modo, já estão passando) por grandes mudanças físico-espirituais para mudar de grau evolutivo, a Terra sofrerá muito mais com tais mudanças, fundamentalmente no aspecto físico, mental e emocional. Os habitantes da Primeira dimensão física serão os mais afetados, em função da vibração emanada pelas mentes e atitudes energeticamente pesadas que ainda predominam no planeta. Como nos outros orbes, em especial Marte e Júpiter, os sistemas de vida ocorrem em dimensões físicas bem mais sutis que a vossa, os impactos físicos serão bem menores e, por viverem lá seres do bem mais evoluídos que os terráqueos da primeira dimensão física, ao invés de medo e impulso de apegos, eles aceitarão as mudanças com esperança, por estarem migrando para patamares evolutivos que lhes proporcionarão mais trabalho, oportunidade de ampliar suas consciências e capacidade de amar o que lhe trará muito mais felicidade.
Todos os habitantes de dimensões mais sutis dispõem de capacidades tecnológica para neutralizar os efeitos vibratórios danosos advindos da primeira dimensão física da Terra sobre a primeira dimensão física de seus orbes. Todavia, não se sentiriam nem intimamente se cuidassem somente de si mesmos e deixassem os habitantes da Terra entregues à proporia sorte. Seria como um terráqueo abastado que não sentisse bem ao ver um vizinho passando fome, e, por compaixão e amor fraterno, se dispusesse a ajudá-lo. Não raras vezes, porém, o vizinho necessitado não compreende a ajudar ou nem a perceber, ou ainda abusa da boa vontade alheia. Assim, jamais haveria uma intervenção deliberada na Terra, mesmo que em nome da paz e do amor, sem que houvesse acordo com aqueles que adiministram o planeta no campo espiritual, pois seres evoluídos não entram na sua casa, sem sua devida permissão.




BRASIL, TERRA DO CRUZEIRO DO SUL

BRASIL, TERRA DO CRUZEIRO DO SUL
(Extraído do livro Brasil Terra Promissora pelo Espírito Ramatís, psicografia de América Paoliello Marques)
Jesus afirmou que vinha para os deserdados da sorte. Aqueles que se encontram oprimidos pelas dificuldades Externas voltam-se para a busca das realizações internas. Mesmo quando a revolta lhe assola o íntimo, acham-se mais apto a receber os esclarecimentos espirituais do que as almas enfatuadas em seu orgulho pela conquista de valores transitórios.
Através da simbiose gradativa entre o psiquismo utilitarista dos estrangeiros atormentado e a indolência poética e risonha do brasileiro, que desperta repentinamente para novas realidades sociais, uma força renovadora deverá surgir - o panorama da Terra de Promissão em que o Brasil se verá transformado. Já não será a Terra dos brasileiros mas o porto seguro da Humanidade.


❤️DOCE AMIGO E MESTRE RAMATÍS❤️

❤️DOCE AMIGO E MESTRE RAMATÍS❤️
Ramatís é espírito de bom ânimo, sincero e fraterno; costuma nos pedir que não o situemos na galeria dos "santos espíritas", a que, alguns confrades desavisados promovem os seus guias espirituais. Nada mais pretende ele do que singela função de noticiarista desencarnado. Reconhece que suas comunicações hão provocado celeuma e até irritações descabidas, mas assevera que isso é próprio da ansiedade humana na procura da verdade. Algumas vezes, com graça sartirizada, assugura mesmo que bulício mental que provocam as suas mensagens já está produzindo suave benefício nos seus julgadores, pois elas são, realmente, algo revolucionárias, visto que desmantelam as velhas prateleiras mentais, bastantes sobrecarregadas com inúmeros conceitos petrificados pelos séculos findos.
(...) Almas temerosas hão de apontar os perigos "mefistofélico" de Ramatís; espíritas neófitos intervirão apressadamente a fim de defender os princípios espíritas que supõem em perigo; alguns, mais severos, hão de requerer a cassacão do mandato espiritual da entidade do Além... Surgirão providências imediatas que protegam os postulados já consagrados pelo senso comum e batizadas como verdades definitivas! Enquanto isso suceder, a efervescência será contínua, mas no vazilhame do cérebro flutuarão, por fim, resíduos mentais, à superfície da água límpida! Entretanto como no-lo afirma o próprio Ramatís - extinta a tempestade da censura ou da lisonja, de antipatia ou simpatia, novas disposições de espíritos serão verificadas em todos aqueles que se movimentarão sob o pretexto Ramatisiano.
(Livro Mensagens do Astral pelo Espírito Ramatís psicografado pelo médium Hercilio Maes)

JESUS CRISTO



JESUS CRISTO
É preciso que tenhais sempre presente a insigne figura de Jesus, o maior intérprete do Cristo Planetário, pois de sua Sublime Consciência forjou-se o Evangelho como o tratado iniciático mais providencial para a hora cruciante de que vós se aproxima. Ele rompeu as paredes limítrofes dos templos iniciáticos, clareou os símbolos ocultos e ensinou o silêncio da humildade, que também desperta as forças íntimas da alma e acelera, a maturidade do espírito,, mesmo entre o ruído do mundo profano!
Ramatís(livro Mensagens do Astral /psicografia do médium Hercílio Maes)


A DOUTRINA ESPÍRITA

A Doutrina Espírita, como ciência e filosofia que disciplina é coordena os impulsos religiosos da criatura, para "religá-la" ao Criador, já pode ser considerada a mediadora crística de todos os esforços e movimentos ascensionais do homem. Ela possui o "toque mágico" capaz de avivar raciocínios para as pesquisas mais aprofundadas no campo iniciático ou corrigir o pensamento infantilizado dos religiosos presos aos lendários dogmas carcomidos pelo tempo.
Ramatís (livro Mensagens do Astral pelo/psicografia do médium Hercílio Maes)




ATLÂNTIDA (2 PARTE)

ATLÂNTIDA (2 PARTE)

(Extraído do livro Missão Planetária, pelos espíritos Ramatís, Hamod irmão de Marte, e Akhenaton/ Psicografica do Médium Sávio Mendonça)
A força telúrica vinda do centro da Terra foi abrandada pela pequena glaciação ocorrida naquele período. No entanto, com a reacomodação do planeta e o reesquentamento do clima, o calor das forças dos chacras básico e umbilical, e com elas o despertar dos instintos de inveja, egoísmo e a busca pelo poder material. É importante salientar que essa força telúrica primária pode, por outro lado estimular a energia vital para o trabalho, a criatividade, a iniciativa, as boas ações e o progresso positivo daqueles que já suplantaram os estágios primários da alma. Ou seja: a energia é pura; é uma energua em grau intenso; cada pessia a captará de uma forma particular, segundo sua natureza prodominante.
Assim, a civilização renascida pela nova oportunidade da bondade divuna levou a Pequena Atlântida ressuscitada a um novo apogeu de materialidade e tecnologia. Percebe-se um pequeno avanço evolutivo nessa fase atlante, em relação à anterior. No início, embora houvesse uma redução de guerras freticidas do passado, elas ainda existiam, mas com o tempo recrudesceriam. Havia no Astral um clima constante de terror e dominação de seres imbuídos de propósitos totalitários, que ligo faria renascer os dois grupos rivais adormecidos pelo tempo. Seres das sombras e com elevada inteligência tentariam o controle do planeta, mobilizando encarnados representantes de suas hordas. Muitos dos seres diabólicos se comunicavam com entidades extraterrenas negativas que adentravam o orbe terreno, e que almejavam a futura dominação do planeta.
O processo de afloramento dos chacras, tanto do velhos atlantes como daqueles que constituíram a nova fase daquela civilização, foi permitido novamente pela Espiritualidade Maior como forma de se proporcionar avanços mais acentuados na vida material, e mesmo espiritual do planta, pois, se permanecessem se o aflorar da percepção, ficariam mergulhados no primarismo que dominava os padrões vibratórios e energéticos do planeta, em si, e dis descendentes mais próximos do homo sapiens que se multiplicavam na Terra, ou seja, dos nativos que já tinham avançado um pouco mais na trajetória evolutiva, embora trouxessem ainda muitos traços primários. Apesar disso, os chacras frontal e umbilical do terráqueos originários do Ulstaar já não estavam tão abertos como no passado. Ainda assim, traziam aguçada inteligência e uma sensibilidade extrassensorial que permitia o acesso às informações subconscienciais de modo mais intenso que as almas nativas da Terra.
Muitos espíritos nativos da Terra ou migrantes que permaneceram nos Astral terreno, instalados aqui antes da chegada dos ulstaarianos, receberam ensinamentos como ioga, meditação e outras práticas, na época, frequentavam este orbe muitos outros espíritos extraterrenos de elevada inteligência, porém de baixa sensibilidade. Muitos deles estiveram assessorando os magos negros, fato que ocorria com a "permissão invisível" dos administradores do orbe e do Sistema Solar, pois o livre-arbítrio existe em todas as paragens somente interferem quando certos limites são ultrapassados.
Os irmãos de Vênus e Semn-Haar que ficaram na Terra se somaram a outros novos irmãos que chegavam, advindos de orbes variados, e que traziam mais ensinamentos espirituais. Iniciou-se então a colonização provisória na quarta dimensão terrestre, na parte interna do orbe físico, muito próxima da superfície. Foram as primeiras experiências feitas visando a implantar um civilização intreterrana, que funcionava como uma espécie de campus avançado e experimental. Eles ajudariam futuramente nos cuidados com a natureza, pois a experiência com os velhos atlantes que exploraram os recursos naturais de forma irracional viria a se repetir no nova Atlântida.
Assim como ocorreu na Grande Atlântida, também na Pequena Atlântida não havia sistemas Industriais para produção em larga escala de bens e serviços. Não havja livre iniciativa privada para empreendimentos, e a economia se baseava num modelo centralizado pelo governo, com forte relação paternalista. Apenas alguns alimentos básicos tinham produção em maior escala, mas eram produzidos por indústrias do governo. Os bens mais modernos e sofisticados para a época eram todos produzidos de forma artesanal e em poucas quantidades, suprindo somente algumas pessos do poder político. Processos de escravização humana continuavam a existir.
Com o passar dos milênios, gerou-se um campo astral novamente pesado sobre a nova Atlântida, tão forte como na primeira fase, e denso o suficiente para promover o seu desaparecimento total, sem praticamente deixar qualquer vestígio. Os avanços tecnológicos nesse período foram mais acentuados do que na época da Grande Atlântida, bem como nas área da educação, das artes, na organização de governo e na estrutura das cidades, que eram menores e mais agressivas. Havia pobreza, exclusão social e escravos, como antes. A exploração de recursos naturais continuava de forma insustentável. Eles construíram algumas pirâmides, onde havia templos, realizavam tratamentos terapêuticos e conservavam-se alimentos. Os mais sensíveis praticaram ioga e xamanismo, como os velhos atlantes.
Alguns espíritos mais evoluídos tiveram oportunidade de encarnar no meio politico e puderam empreender muitos avanços humanitários, mas, como outroraz foram expurgados quando tentaram implantar novos padrões éticos e religiosos. O instinto e a materialidade, alicerçados pelo egoísmo, orgulho, violência interior e vaidade, fizeram renascer os padrões vibratórios densos no planeta. As práticas negativas de bruxaria e guerras mentais se espalharam pela ilha e chegran ao continente, junto às várias comunidades primitivas e também a postos, dentre elas as Américas do Sul, Central e do Norte. O instinto básico explodiu nas almas encarnadas, ao mesmo tempo em que os vulcões, especialmente na região do Caribe, incluindo a pequena ilha que começava a ter erupções constantes. A Terra passou por um processi em cadeia de explosões vulcânicas. Era e expulsão da força telúrica do magma, que pela história geológica estava no momento de se esvair para liberar a tensão interna planetária. Essa força estimulava ainda mais os instintos e os sentimentos primários dos habitantes da Terra, tanto na Pequena Atlântida, como nos quatro cantos do planeta. Um saneamento físico e espiritual no orbe era iminente.
A energia advinda do centro da Terraé neutra, isso já sabeis, mas estimula a natureza predominante das pessias viventes na superfície: densa e primária (que era a natureza predominante na época) ou sutil e voltada para as virtudes, como o trabalho, a invocação e a criatividade (em algumas monorias), nos seus diversos níveis evolutivos. Essas erupções saneadoras dos campos físicos e astral da Terra desencadearam terremotos e tsunamis que liquidariam de vez com a Atlântida e sua civilização. Muitas acomodações de terreno ocorriam; veio uma nova mudança no eixo da Terra e ajustes na conformação geográfica e ambiental.
Após grandes cataclismos, os continentes permaneceran com as dimensões atuais. A Sibéria e a Groelândia voltaram a ser congeladas e não mais férteis e produtivas. Novos desertos, novas florestas, novas terras apareceram, outras áreas foram inundadas. O planeta renasceu em sua natureza geológica e biológica com algumas novas características. Antes que a ilha atlante fosse inundada, vários habitantes já haviam migrado e instalado postos avançados na América do Sul, Central e Norte, localizando-se na costa oeste e leste, onde se encontram o Peru e a Bolívia, e no sudeste e centro do Brasil. Outros migraram para as regiões mais próximas daquela ilha, espalhando-se pela América do Norte, México e partes de onde hoje se encontra a Guatemala. Além do espírito aventureiro da época que propiciava a formação de grupos nômades, era comum o comércio e a exploração por parte de atlantes, de povos de vários lugares do planeta, além das Américas, o que lhes propiciava espírito e capacidade física de navegação pelos mares.
Havia muitos povos e comunidades nativas bem menos evoluídas que os atlantes, espalhados por vários continentes. Os altlantes chegaram algumas pouvas vezes até a China e ao sul da Ásia; tinham contato esporádico com a Europa, e maks periodicamente com o norte da África. Havia sensitivos e magis do bem, em meio a tantas maldades; estes foram orientadis a migras para essas localidadea bem como para o sul da Europa e Oriente Médio, antes dos cataclismos e das águas tomarem conta da Atlântida. Embora o planeta inteiro tenha sido afetado pelos acidentes geológicos e climáticos, alguns locais ficaram energeticamente preservados, com airas protetoras implantadas com a ajuda de irmãos extraterremos, exatamente para abrigar as criaturas que daruam continuidade aos processos geracionais da humanidade, fato que deu origem à lenda de Noé e do dilúvio.
Aqueles que escaparam dos cataclismos estavam incumbidos de formas pequenas comunidsdes espalhadas por essas regiões, durante milênios. Mas não se expandiram tanto porque não tinhan tanta ambição, e aos poucos foram dispersando, mediante o próprio processo evolutivo, em função da migração de muitas almas de elevada estirpe que partiram dali e do orbe astral terreno. Com o tempo, foram permanecendo no orbe apenas almas relativamente nativas ou de baixa evolução, medida necessária para deixar o planeta envolto de uma aura mais primitiva, porém ingênua, manos pesada, em razão da ausência de mentes negativas. Muitas almas diabólica - os dragões astrais - foran aprisionados no plano astral da Lua e de outros orbes.
A maioria das almas oriundas do sistema solar de Capela teria nova chance de reencarnar nos mesmo planetas onde encarnaram outrora, com evolução um pouco mais avançadas que a da Terra. Outros permaneceriam e reencarnariam em comunidades primitivas espalhadas por vários continentes e regiões terrenas, especialmente no sudeste asiático. Era preciso afastar as almas inteligentes e ainda primárias em relação ao sentimento fraterno, uma das outras. A natureza terrena precisarja tomar fôlego para fazer surgir nova fase de evolução planetária. A Terra passou então por muitos milênios de descanso. Não chegou a acontecer um período glacial propriamente dito, mas houve anos contínuos de glaciações pontuais e frio muito intenso em todo o planeta. Mesmo na região do Equador, a temperatura baixou em média 15 graus.
Surgiu então o que hoje se chamade pré-história humana da Terra. Pro volta de 6 mil anos atrás, começaram a retornar para este orbe as almas originárias dos dois períodos atlantes. Elas retornaram a evolução física terrena, que praticamente estacionaram em seu progresso. O desaparecimento das duas civilizações da Atlântida foi fulminante e não deixara vestígios que pudessem favorecer a retomada de cobhecimentos antigos de forma direta. Os seres humanos da nova fase planetária teriam seus chacras frontais e umbilicais não mais aflorados: era como retornar quase ao período anterios à Grande Atlântida. Os orientadores espirituais da Terra solicitaram aos trabalhadores no plano astral que processassem desenergizações nos corpos astrais, sobre os chacras umbilical e frontal, e realizassem trabalhos de ajuste no duplo-etérico dessas almas para não mais sentissem demasiadamente afloradas as energias desses centroa de força, evitando que seus instintos e a má índole tomassem conta deles novamente. Era necessário estabelecer uma nova estratégia para a evolução humana.



UNIVERSALISMO

UNIVERSALISMO
O Universalismo em três grandes mensagens: Ramatís, Krishna e Kardec
Ramatís
Universalismo não é a colcha confeccionada com retalhos de todas as religiões e doutrinas, mas o entendimento panorâmico dos costumes, temperamentos e sentimentos religiosos de todos os homens, a convergir para um só objetivo espiritual.
Religião é o processo de religar o espírito do homem à Consciência Cósmica. As cerimônias, os ritos, os símbolos, as distinções hierárquicas que tanto impressionam os sentidos humanos, podem identificar conjuntos de crentes praticando cultos religiosos, mas não provam estar presente o verdadeiro sentido da Religião. A verdadeira religião não possui barreiras, não tem cor local ou limitações doutrinárias. É uma atividade legitimamente espiritual, que universaliza o espírito e sensibiliza o coração através de maior compreensão das Leis da Vida.
O homem revela o seu sentimento religioso de modo autêntico quando, independente de frequentar templos, ama o próximo tanto quanto a si mesmo! Quando o homem transborda de amor pelo próximo, amplia a sua consciência e abrange maior área de Deus.
Deus não olha o caminho, mas o caminhante
Krishna
O Baghavad Gita pode considerar-se a essência mais pura do Hinduismo, chamado de “o evangelho de Krishna”; através deste a palavra da Divindade nos diz:
Eu acolho prazenteiro todos os que me procuram e honram, qualquer que seja o caminho que sigam, porque todos os caminhos, todas as formas religiosas, embora de denominações diferentes, a Mim os conduzem. (Baghavad Gita, IV-11)
Hás de saber entretanto, ó Arjuna, que a verdade, apesar de ser desconhecida pelos fanáticos e intolerantes, é esta: que, ainda que os homens adorem vários deuses e várias imagens, e tenham diferentes concepções da deidade adorada, e até pareçam as suas idéias ser contraditórias entre si, toda a sua fé se inspira em mim (Gita, VII-21)
Mesmo aquele que adora outros deuses, porque não Me conhece, a Mim adora, sem o saber. Se ele assim faz com fé e amor, Eu aceito a sua adoração e o recompenso segundo seu merecimento. (Gita, IX-23)
Quando te tiveres elevado acima da trama das ilusões, não te inquietarás com os cuidados e questões a respeito das doutrinas, nem com as disputas sobre ritos, cerimoniais e outros enfeites dispensáveis da vestimenta da ideia espiritual.
Livre serás, então, de todas as opiniões alheias, tanto das que se acham nos livros sagrados, como as dos teólogos eruditos ou dos que ousam interpretar o que não compreendem; em lugar disso, fixarás a tua mente na mais séria contemplação do Espírito, e assim alcançarás a harmonia com o teu Eu real, que é a base de tudo. (Gita II-52-53)
Unidade
Kardec
Quando as religiões se houverem convencido de que só existe um Deus no Universo, uma única Vontade suprema, estender-se-ão as mãos umas às outras, como servidores de um mesmo Senhor e filhos de um mesmo Pai, e assim, grande passo terão dado para a Unidade.
Dia virá em que todas essas crenças, tão diversas na forma, mas que repousam num princípio fundamental, se fundirão numa grande e vasta unidade, logo que a razão triunfe dos preconceitos.
Allan Kardec – A Gênese
A bandeira da Fraternidade Universal
Allan Kardec
“…respeitar todas as crenças sinceras, por mais irracionais que nos pareçam, e não violentar a consciência de ninguém; (…) eis o credo, a religião do Espiritismo, religião que pode conciliar-se com todos os cultos, isto é, com todas as maneiras de adorar a Deus.
Esse é o laço que deve unir todos os espíritas numa santa comunhão de pensamentos, enquanto se esperar que ligue todos os homens sob a bandeira da fraternidade universal.